Quereis oferecer-vos a Deus?

Maio 2017 / Caminhantes de Fátima

AU_Maio2017_Pag18

 

Aquele domingo, 13 de maio de 1917, começou como um dia normal e tornou-se inesquecível.

Às 6h00 houve missa. Lúcia dos Santos, Francisco e Jacinta Marto foram com os pais à igreja paroquial de Fátima. Como era tradição, participaram na Eucaristia em jejum. Em casa comeriam uma tigela de caldo quente ou de arroz.

Depois da refeição, puseram a tiracolo a bolsa da merenda. Levavam pão, azeitonas, bacalhau – os irmãos levavam uma sardinha cada –, queijo e fruta.

Lúcia e os Martos eram primos, porque a mãe de Francisco e Jacinta era irmã do pai da Lúcia. As suas casas ficam a 170 metros de distância. Bastaram dois minutos de caminho e já os rebanhos das duas famílias estavam juntos e caminhavam com rumo incerto, pastando sem parar.

Lúcia disse aos primos:

– Vamos para a Cova da Iria, para os terrenos do meu pai!

E foi ali que, inesperadamente, estando o céu azul e limpo de nuvens, se ouviu um relâmpago forte. Depois outro. E ainda um terceiro.

Lúcia grita para os primos:

– Vejam, é uma Senhora vestida toda de branco, mais brilhante que o Sol, mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do Sol mais ardente.

– Sim, vejo – diz Jacinta. – Tem as mãos juntas em oração, apoiadas no peito. Na mão direita pende um lindo rosário de contas brilhantes como pérolas, e termina com uma cruzinha prateada.

Francisco também via Nossa Senhora.

Lúcia, em nome dos três, perguntou:

– Vossemecê quem é, e o que quer de nós?

– Sou do Céu.

Os pastorinhos perceberam aquela visita inesperada do Céu como uma missão, como algo que o Senhor tinha para lhes pedir a eles.

Nossa Senhora pergunta-lhes:

– Quereis oferecer-vos a Deus para O consolar, pois está muito triste por causa das más ações com que Ele é ofendido, e rezar pela conversão dos pecadores?

À resposta afirmativa das crianças, Ela acrescentou:

– Rezem o Terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.

Nesse instante, Nossa Senhora elevou-se serenamente, subindo em direção a nascente, até desaparecer no céu.

 

Aquele domingo, 13 de maio de 1917, começou como um dia normal e tornou-se inesquecível.

Às 6h00 houve missa. Lúcia dos Santos, Francisco e Jacinta Marto foram com os pais à igreja paroquial de Fátima. Como era tradição, participaram na Eucaristia em jejum. Em casa comeriam uma tigela de caldo quente ou de arroz.

Depois da refeição, puseram a tiracolo a bolsa da merenda. Levavam pão, azeitonas, bacalhau – os irmãos levavam uma sardinha cada –, queijo e fruta.

Lúcia e os Martos eram primos, porque a mãe de Francisco e Jacinta era irmã do pai da Lúcia. As suas casas ficam a 170 metros de distância. Bastaram dois minutos de caminho e já os rebanhos das duas famílias estavam juntos e caminhavam com rumo incerto, pastando sem parar.

Lúcia disse aos primos:

– Vamos para a Cova da Iria, para os terrenos do meu pai!

E foi ali que, inesperadamente, estando o céu azul e limpo de nuvens, se ouviu um relâmpago forte. Depois outro. E ainda um terceiro.

Lúcia grita para os primos:

– Vejam, é uma Senhora vestida toda de branco, mais brilhante que o Sol, mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do Sol mais ardente.

– Sim, vejo – diz Jacinta. – Tem as mãos juntas em oração, apoiadas no peito. Na mão direita pende um lindo rosário de contas brilhantes como pérolas, e termina com uma cruzinha prateada.

Francisco também via Nossa Senhora.

Lúcia, em nome dos três, perguntou:

– Vossemecê quem é, e o que quer de nós?

– Sou do Céu.

Os pastorinhos perceberam aquela visita inesperada do Céu como uma missão, como algo que o Senhor tinha para lhes pedir a eles.

Nossa Senhora pergunta-lhes:

– Quereis oferecer-vos a Deus para O consolar, pois está muito triste por causa das más ações com que Ele é ofendido, e rezar pela conversão dos pecadores?

À resposta afirmativa das crianças, Ela acrescentou:

– Rezem o Terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.

Nesse instante, Nossa Senhora elevou-se serenamente, subindo em direção a nascente, até desaparecer no céu.

Por: Fernando Félix

Deixe uma resposta