Porque fotografamos?

Abril 2018 / Sabes

Pag38

 

A era digital em que vivemos permite a cada pessoa ser fotógrafo, a qualquer hora e em qualquer lugar. Basta ter um aparelho com câmara e os programas para editar e guardar, ou imprimir, ou partilhar nas redes sociais.

Fotografa-se espontaneamente de tudo: família, animais de estimação, refeições, Natureza, amigos, experiências que se estão a viver, etc. A geração atual é a que pode ter uma vida inteira fotografada.

E porque fotografamos tanto? Porque as fotos são excelentes contadoras de histórias: da infância, da adolescência, do seminário ou do namoro, do casamento, da gravidez, dos nascimentos, das viagens, das ocupações do dia a dia… Por isso, uns fazem dela a sua profissão. Para outros, consiste em guardar momentos mágicos que estão a viver, de modo a eternizá-los e poder revê-los, ou, até, com elas partilhar emoções com a família e amigos, vencendo distâncias. Mesmo para aqueles que fotografam como um modo divertido de ocupar o tempo essas imagens reavivarão o momento em que foram tiradas.

Claro que são necessários alguns cuidados. Por exemplo, não fazer um autorretrato sem ver se há motivos para ser gozado. Não fotografar alguém sem o seu consentimento. Não fotografar a casa ou ambientes que possam inspirar ações criminosas.

 

Curiosidades

A primeira fotografia foi feita em 1826, pelo francês Joseph Nicéphore Niépce.

A primeira fotografia colorida pertence ao físico James Clerk Maxwell. É de 1861.

A primeira fotografia digital foi tirada por Russell Kirsch em 1957 – cerca de vinte anos antes de Steven Sasson, um engenheiro da Kodak, inventar a primeira câmara digital.

A primeira selfie é muito anterior às redes sociais: é de Robert Cornelius, em 1839.

A primeira foto de notícia é de 1847 e retrata um homem a ser preso em França.

A primeira fotografia espacial é de 1946. Captou a Terra em preto-e-branco.

Por: Tiago Ferreira

Deixe uma resposta