«No mínimo, deves dar a Deus o máximo»

Junho 2017 / Invencíveis

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O Seminário das Missões, em Viseu, foi o berço da atividade dos Missionários Combonianos em Portugal. Aconteceu há setenta anos. As comemorações deste aniversário levaram muita gente até lá. Entre os que percorreram o edifício do seminário e os espaços envolventes houve 300 jovens das escolas secundárias viseenses.

 

Um dia de aventuras

O dia prometia aventura. Íamos fazer uma caça ao tesouro. Ainda nem tinham oficialmente começado a atividade e já estávamos a ser presenteados com uma pasta da cor representativa do continente que iríamos decifrar durante o peddy-paper.

Eu fiquei com o continente que São Daniel Comboni abraçou, a África, e, como tal, recebi uma pasta de cor verde, que continha uns folhetos com a história dos Missionários Combonianos, uma ficha que teríamos de preencher com respostas, autocolantes, uma régua, uma pulseira e ainda um exemplar da revista Audácia.

O peddy-paper começou no recinto do seminário. O objetivo da nossa aventura era descobrir o trabalho dos Combonianos nos quatro continentes onde têm missões. A sua história era contada e explicada por meio dos testemunhos de missionários experientes, de outros em formação ou em preparação para a missão, ou de jovens do movimento JIM. Ficámos a saber que a congregação tem quatro ramos: os Missionários Combonianos – que são padres ou irmãos –, as Irmãs Missionárias Combonianas, as Missionárias Seculares Combonianas e os Leigos Missionários Combonianos. Através deles e dos desafios em cada ponto da caça ao tesouro, ficámos a conhecer traços da cultura dos povos com quem os missionários e missionárias vivem e trabalham.

 

O dia ofereceu-nos um lema

A festa em tom jovem dos setenta anos da presença dos Combonianos em Portugal teve direito a concerto animado, com a atuação da banda de música religiosa São Sebastião e das alunas Eliana e Cláudia, da escola de Mangualde. A música fez-nos dançar, festejar, conviver e, em particular, deixar-nos tocar pela mensagem das letras das canções e pelo lema que os São Sebastião nos deixaram: «No mínimo, deves dar a Deus o máximo.»

A concluir o dia, foi-nos oferecido um belo, delicioso e aconchegante jantar, à maneira de Taizé. E para terminar esta jornada da melhor forma possível, unimo-nos em oração ao estilo de Taizé. Agradecemos a Deus pelo dom dos Missionários Combonianos, porque eles têm ajudado os portugueses a serem generosos para com os povos de outros países e continentes, ora rezando por eles, ora contribuindo com ofertas monetárias, ou, em particular, com as vocações missionárias. Durante a oração, tivemos o gosto de percorrer os cinco continentes, refletir e por eles rezar.

Por: Diogo Chiquelho

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