Estamos no Ano da Vida Consagrada

Março 2015 / Invencíveis

Por decisão do Papa Francisco, estamos a viver o Ano da Vida Consagrada desde 30 de novembro passado até 2 de fevereiro de 2016.

Vida consagrada é a vida daqueles homens e daquelas mulheres que consagram a sua existência a Jesus Cristo pelos votos de castidade, pobreza e obediência. Deste modo seguem exclusivamente o Senhor e imitam-No nas tarefas de anunciar o Evangelho e de promover a vida dos mais pobres e necessitados. As pessoas consagradas podem ser leigos ou padres e bispos. Congregam-se em institutos de vida religiosa (ordens e congregações), onde vivem em comunidades, ou em institutos seculares, podendo viver isoladamente. Os Missionários Combonianos, as Irmãs Missionárias Combonianas e as Missionárias Seculares Combonianas são institutos de vida religiosa ativa, distintos dos monges e monjas de clausura nos mosteiros.

Para ajudar a viver este Ano, o Papa Francisco escreveu uma carta. Apresenta nela três objetivos e cinco expectativas.

Os três objetivos

O primeiro objetivo do Ano da Vida Consagrada é olhar o passado com gratidão. Diz o Papa Francisco: «Será oportuno que cada família religiosa recorde os seus inícios»: o seu fundador, as suas primeiras comunidades e o seu desenvolvimento, «para agradecer a Deus que deste modo ofereceu à Igreja tantos dons».

O segundo objetivo é viver com paixão o presente. É cada congregação e ordem religiosa ser fiel à missão que Deus lhe confiou, interrogando-se sobre como praticá-la nos novos contextos do tempo presente.

Abraçar com esperança o futuro é o terceiro objetivo. Numa época em que diminuem em número as pessoas consagradas, o Papa Francisco recorda as palavras de Deus ao profeta Jeremias: «Não terás medo […], pois Eu estou contigo» (Jr 1,8). Com um alerta: a esperança é ativa: devemos rezar para que haja vocações, e quem se sente chamado deve ser generoso.

Cinco expetativas da Igreja e do mundo

Que onde estejam os religiosos haja alegria!

Que os religiosos criem “outros lugares” onde se viva a lógica evangélica do dom, da fraternidade, do acolhimento da diversidade, do amor recíproco.

Que os religiosos sejam «peritos em comunhão», em «fazer da Igreja a casa e a escola da comunhão».

Que os religiosos saiam de si mesmos para ir às periferias existenciais!

Que os religiosos se interroguem sobre o que pedem Deus e a humanidade de hoje!

Lê aqui: CARTA DO PAPA FRANCISCO ÀS PESSOAS CONSAGRADAS

 

 

Por: Fernando Félix

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